ATIVISTAS TIRARAM A ROUPA CONTRA SACRIFÍCIO DE ANIMAIS


Ativistas da causa animal tiraram a roupa mais uma vez no Centro de Porto Alegre para protestar contra o sacrifício de animais em rituais religiosos.

Os protetores, com experiência em campanhas internacionais Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), fizeram o novo ato na manhã desta terça-feira (14), no Largo Glênio Peres, entre o Mercado Público e o Chalé da Praça XV.


E POR QUE NÃO ELES?

Desta vez, o ‘despacho humano’ representou crianças como vítimas de rituais antigos.

Na semana passada, no mesmo local, os ativistas apresentaram pela primeira vez o 'despacho humano', que teve repercussão inclusive fora do Brasil.


PROJETO RESGUARDA ANIMAIS

Mais uma vez foi adiada a votação que aconteceria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa gaúcha, do projeto de lei nº 21/2015, que retoma a redação original do Código Estadual de Proteção Animal (lei nº 11.915/2003), que proibia sacrifícios em rituais.

O PL de autoria da deputada Regina Becker - que suprime o artigo 2º, introduzido pela lei nº 12.131/2004 para permitir que religiões de matriz africana sacrifiquem animais em seus cultos e liturgias – recebeu na CCJ um parecer favorável do relator Gabriel Souza. São necessários sete votos entre 12 deputados para que o projeto possa ser liberado para votação em plenário.


Informações: jornalista Rafael Martinelli (51-96475170/ WhatsApp)


HOSPITAL PÚBLICO VETERINÁRIO


PÚBLICO A QUE SE DESTINA

O atendimento é EXCLUSIVO aos munícipes da Cidade de São Paulo e, prioritariamente, àqueles assistidos por programas sociais tais como: Bolsa Família, Renda Mínima, Renda Cidadã ou outro programa equivalente.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
  • RG original;
  • CPF original;
  • Comprovante de residência no nome do responsável pelo paciente.

NÃO SERÃO ATENDIDOS OS ANIMAIS DAS PESSOAS QUE NÃO APRESENTAREM OS DOCUMENTOS EXIGIDOS
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

Segunda a Sexta: das 07h00 as 17h00  - Unidades Zona Norte e Zona Leste (Todos os serviços e especialidades).
Abertura das fichas – das 06h00 as 10h00.
 Sábados, Domingos e Feriados: das 07h00 as 10h00 -Unidade Zona Leste (Apenas urgências e emergências)
das 07h00 as 10h00


IMPORTANTE:

O Hospital  Veterinário da ANCLIVEPA-SP  é um convenio com a Prefeitura do Município de São Paulo e o numero de atendimentos para consultas, exames e cirurgias é limitado por contrato.

O Hospital Veterinário NÃO possui serviço de TAXI DOG e também não se responsabiliza pelo transporte de animais.

O acesso ao Hospital Veterinário é limitado a 01 (um) acompanhante para animais de pequeno porte e a 02 (dois) acompanhantes para animais de grande porte.

Solicitamos o não comparecimento de CRIANÇAS, IDOSOS e MULHERES GRAVIDAS como acompanhantes, devido a grande presença de animais no local.

Aos Sábados, Domingos e Feriados, os atendimentos são exclusivamente para as emergências e retornos agendados pela equipe medica.

“Emergência médica é um ferimento ou doença que necessita de atendimento médico imediato. É uma situação em que a sobrevivência do paciente está em risco no curto prazo, seja por trauma ou doença súbita que precisa ser abordada em um intervalo de tempo de poucos minutos ou imediatamente.”

ENDEREÇOS

UNIDADE ZONA NORTE

Avenida General Ataliba Leonel, 3194 – Parada Inglesa – São Paulo/SP Telefone 11 2478-5305

UNIDADE ZONA LESTE (NOVO ENDEREÇO)

Rua Platina, 570 – Tatuapé – São Paulo/SP Telefone 11 4323-8502

ANCLIVEPA

CACHORROS ACORRENTADOS: A LUTA DE UMA ATIVISTA CONTRA ESSA PRÁTICA CRUEL



Essa mulher da Carolina do Norte, EUA, fará o que for necessário para pôr um fim à prática de deixar cachorros acorrentados – até mesmo compor uma música para defender a causa.

Uma mulher da Carolina do Norte que está cansada de ver cachorros viverem acorrentados está lutando para tornar essa prática ilegal – de uma vez por todas.

Donna Hughes, a mulher por trás desse movimento que tem crescido rapidamente, já coletou mais de 977.000 assinaturas para o seu abaixo-assinado no Change.org.

Donna luta pela proibição da prática de manter cachorros acorrentados em sua cidade, tendo como objetivo mais amplo inspirar outros protetores de animais a fazerem o mesmo em outros locais dos EUA.

Ela sempre amou animais e foi inspirada a lutar por essa causa após ver o cachorro de seu vizinho passar a vida toda acorrentado, enfrentando todo tipo de clima.

"Eu nunca tinha notado muito esse cachorro, mas um dia estava chovendo muito, com relâmpagos”, explica ela, “e eu vi no meu caminho para o trabalho que o cachorro estava lá – acorrentado. Nós tivemos uma tempestade de neve bem severa e eu vi que o cachorro estava acorrentado na neve. Não importava o clima, mesmo se a temperatura estivesse 18 graus abaixo de zero, eles ainda deixavam o cão do lado de fora.”

Donna e seus vizinhos ligaram várias vezes para o órgão de proteção animal local, mas eles não podiam fazer nada, porque a prática de manter cachorros acorrentados é legalizada cidade. "Para mim não há nenhuma lógica em manter essa prática legalizada," disse ela.

"Se eu fosse um cachorro e ficasse acorrentado 24 horas por dia, 7 dias por semana, essa seria a pior coisa que você poderia fazer para mim," acrescenta Donna. "Eu odiaria isso. Se alguém queima ou tortura um cão, eles são presos. Então manter um animal acorrentado 24 horas por dia, 7 dias por semana é diferente? Não muito”.

A luta de Donna começou na Carolina do Norte, mas está alcançando um público bem mais extenso.

Sua história se tornou conhecida por celebridades (como a cantora Wynonna Judd, a atriz e cantora Christina Bianco e a designer Lisa Vanderpump) e tocou o coração de crianças que eram adeptas dessa prática.

Donna também é cantora e compôs uma canção chamada "Dog On A 10 Foot Chain," (Cachorro preso em uma corrente de 3 metros), que foi inspirada na causa. Ela disse que compôs a canção em uma noite onde não conseguia dormir pensando nesses cães torturados.

A canção tem impactado especialmente crianças do ensino infantil, que representam a próxima geração de tutores de cachorros.

"Eu achei que as crianças ficariam tão entediadas comigo que elas iriam querer estar em qualquer outro lugar," disse Donna sobre uma apresentação recente. "No entanto, cada vez que eu cantava a música, todas as crianças choravam."

Atualmente ela está compondo uma canção mais divertida – "I Kissed A Dog On The Mouth" (Eu beijei um cachorro na boca) – para deixar o clima mais leve após cantar a música inicial durante as visitas às escolas.

Você pode assistir abaixo ao video de "Dog On A 10 Foot Chain":

Cães são mortos cruelmente e servidos em lanchonete no Rio de Janeiro

Contra as pessoas e animais

Em declaração ao jornal, a procuradora Guadalupe Louro Couto relembrou o flagrante e disse que toda equipe de fiscalização ficou horrorizada. “Já vi muita coisa ruim, principalmente em trabalhos que realizei em fazendas do Mato Grosso. Mas o que encontrei naquela pastelaria foi o pior de tudo”.

“Para começar, havia uma cela, como se fosse uma cadeia, com grades e cadeado, montada dentro da lanchonete, onde o trabalhador ficava encarcerado. Além disso, ele convivia com o cheiro dos cachorros mortos, que ficavam ao lado dele”, contou. “Eu não aguentei. Quando senti o cheiro, comecei a passar mal e pedi para sair do estabelecimento. Ao abrimos as caixas de isopor, vimos os cachorros congelados. Ficamos perplexos. Foram vários os crimes cometidos ali”.

Trabalho escravo

O imigrante mantido no local foi inserido em um programa de proteção a testemunhas. A vítima era obrigada a trabalhar de graça das 5:30 às 23, todos os dias. E era agredida com queimaduras de cigarros, pauladas e chibatadas.

O jovem chinês teria recebido uma proposta salarial de R$ 2.000 para trabalhar no Brasil. A moradia e alimentação seriam pagas pelo empregador. Ao desembarcar no Aeroporto Galeão-Tom Jobim, todavia, teve os seus documentos confiscados e foi informado que trabalharia sem receber por 3 anos para repor o preço da passagem.

O caso é semelhante a outros investigados pelo Ministério Público do Trabalho. Dos três inquéritos abertos desde 2013 e encaminhados à Justiça Federal, um está concluído e dois em andamento. As indenizações às vítimas do esquema totalizam cerca de R$ 200 mil.

Prisão


Van Ruilonc, de 32 anos, era dono do estabelecimento onde os cães eram mortos e foi condenado a 8 anos e 6 meses de prisão por tortura qualificada e crime de redução a condição análoga à de escravo. Ele já cumpre pena no Complexo do Gericinó.

Apesar de negar inicialmente, o comerciante admitiu saber que o abate de cães é ilegal no Brasil, mas disse que a prática é comum em propriedades chinesas do Rio de Janeiro.

O seu estabelecimento ficava no bairro Parada de Lucas.

Mãe e filho de 4 anos distribuem refeições veganas para moradores de rua de NY



Os moradores de rua de Nova York estão um pouco mais aquecidos mesmo diante do rigoroso inverno atual, tudo isso porque uma mãe e seu filho estão provendo o mais necessário para eles, a comida, mais especificamente uma tigela quentinha de sopa vegana de feijão e legumes.

Michelle Carrera e seu filho de 4 anos, Ollie, são uma família vegana que resolveu prover refeições que não tenham carne para os moradores de rua, como alternativa mais saudável para os necessitados, segundo Michelle. Eles começaram com as tigelas com sopa de pimentões e outros legumes e feijão em novembro de 2014, durante a semana de Ação de Graças americana, que depois se repetiu nos próximos meses.

“Tudo começou por conta de Ollie, porque eu queria ensiná-lo sobre comunidade e ajudar os outros”,disse a mãe ao site Amny. E continuou: “Esse tipo de ação pode ajudar a ensinar as crianças que não é estranho ou exótico ajudar pessoas que precisam”. O site enfatiza que o fato da dupla distribuir comida vegana aos moradores de rua é também um grande exemplo para outras pessoas que veem eles durante as entregas das tigelas. “Nós encontramos uma grande necessidade por ‘não-carne’ e refeições veganas entre os que tem fome.”

Mas a dupla queria ainda mais, Michelle e Ollie se esforçaram para tornar este projeto que era mensal em semanal, com o objetivo de servir todos os sábados em parques públicos do Brooklyn e Manhattan. Carrera fez uma campanha de crowdfunding que conseguiu arrecadar com sucesso a meta almejada, para abrir a ONG Chili on Wheels.



Ativistas da causa animal tiraram a roupa no Centro de Porto Alegre para protestar contra o sacrifício de animais em rituais religiosos.



Um ‘despacho’ humano foi representado na manhã desta terça-feira (7), no Largo Glênio Peres, entre o Mercado Público e o Chalé da Praça XV.

O grupo tem participação de uma gaúcha radicada na França e de um francês, militantes em campanhas internacionais de Peta (People for the Ethical Treatment of Animals) e Sea Shepherd Conservation Society.

O protesto aconteceu na mesma hora em que a Assembleia Legislativa decidiu adiar para semana que vem a aceitação de projeto que proíbe os sacrifícios de animais em rituais religiosos.