É fácil ser vegan!

Pode levar algum tempo para se acostumar com as mudanças da dieta vegan, explorar novos alimentos e desenvolver sua rotina. Felizmente, hoje em dia há abundância de opções vegans prontas no mercado: várias marcas de leite vegetal fortificado, pratos prontos congelados ou enlatados, hamburgers, salsichas, linguiças, almôndegas, margarinas, queijos, patês, maioneses, salgadinhos de pacote, irresistíveis sobremesas como chocolates, sorvetes, chantilis, creme de leite de soja, doce de leite, iogurtes, biscoitos, você escolhe!

Com as substituições adequadas, você descobre que ainda pode desfrutar de suas refeições favoritas: adaptar receitas de família torna-se fácil com a proteína de soja e o glúten, feitos em casa ou comprados prontos. Explore sites de receitas veganas na internet, utilize essa preciosa ferramenta e aproveite para fazer novas amizades e abrir seus horizontes.

  
Há muitas coisas que podemos fazer para tornar o mundo um lugar melhor, e com certeza o veganismo é a maneira mais maravilhosa para contribuir várias vezes ao dia. Não se trata de perfeição ou tentar ser melhor do que os outros, e sim o melhor que podemos ser em nós mesmos, reduzindo ao máximo possível o sofrimento animal. O boicote às indústrias ou a qualquer comércio que explore o sofrimento animal é uma escolha inteligente, associado ao ato de levar essa informação adiante. 

Fazer escolhas é a afirmação definitiva da nossa humanidade, enquanto nessa condição devemos utilizá-la, lembrando que para os animais só importam as coisas que fazemos. 


Seja vegan hoje!


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É suficiente apenas deixar de comer carne?


Se você quer respeitar os animais e decidiu não comer apenas carne, mas tolerar resíduos como queijo e ovos, está sendo incoerente. O animal de indústria vai ser morto ali dentro de qualquer jeito, e morre exausto pela exploração de uma vida inteira. 

A vaca leiteira, por exemplo, é inseminada artificialmente a vida inteira (sem filhos = sem leite) e seus filhotes são abatidos aos 3 meses como vitela/baby beef, e ao final de uma vida inteira de exploração, quando baixa sua produção leiteira, a vaca é mandada para o abatedouro do mesmo jeito. 

As galinhas poedeiras (que põem ovos) passam a vida presas em gaiolas, e no final, o destino também é o abatedouro. É bem pior ser fêmea, o sofrimento é maior do que simplesmente ser assassinada.

Quando se trata de indústria, tudo é feito visando um único objetivo: lucro. Animais são vistos como máquinas, a produção não pode parar: hormônios são injetados para acelerar o crescimento, antibióticos indiscriminadamente utilizados para conter doenças num ambiente caótico lotado de animais pressentindo a morte, e tudo isso vai para dentro do organismo de quem consome os cadáveres ou subprodutos feitos a partir de secreções dos corpos de animais. Conforme Dicionário Michaelis: "cadáver: sm (lat cadaver) 1 Corpo humano ou animal após a morte." 

Nada disso é necessário, se você não quiser. Que sentido tem em se alimentar assim, só porque você não vê o que acontece antes com sua comida? Pessoas que trabalham em ambientes assim são as que mais procuram ajuda psicológica/psiquiátrica, uma vez que são dessensibilizadas pelo sistema. Os consumidores também estão dessensibilizados, deixando-se levar pela propaganda da indústria da carne e pela velha cultura de que carne é bom. Carne não é bom nem para nós, nem para os animais. 

Depende de cada um a mudança no mundo, afinal, quando não houver mais procura, não haverá mais oferta. 


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O que é veganismo?


Veganismo é um estilo de vida em respeito aos animais. 


Assim, um vegan:

  • não come alimentos de origem animal, carnes de todas as cores e tipos, ou que contenham qualquer resíduo: leites, queijos, salsichas, ovos, mel, banha, manteiga, etc;
  • não veste roupas ou sapatos feitos de animais: couro, seda, lã, etc;
  • evita o consumo de cosméticos e medicamentos testados em animais ou que contenham componentes animais na formulação: sabonetes feitos de glicerina animal, maquiagem contendo cera de abelha, xampu com tutano de boi, etc;
  • não apóia diversões contendo exploração animal, como rodeio, circo com animais, rinhas, etc;
  • profissionalmente não trabalha com exploração animal (vivo ou morto), como venda de animais em pet shop, lojas de aquário ou gaiolas para passarinhos, venda de qualquer produto que contenha derivado animal (p.ex. bolsas e sapatos de couro), restaurante que utilize animais ou seus resíduos corporais como comida, dentre outras atividades.

O vegano leva sua vida normalmente, com a diferença de pensar antes nos animais em todas as escolhas, e faz isso unicamente em respeito a eles. É fácil ser vegan! (obs: vegan lê-se vígan, ou aportuguesado: vegano)


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“Noé” mostra um ativista vegano como protagonista

1 Em cartaz nos cinemas e cercado de polêmica, “Noé” mostra um ativista vegano como protagonista

Foi lançado nos cinemas brasileiros, na quinta-feira (3), a mais recente versão cinematográfica da clássica história de Noé, personagem bíblico que construiu uma arca para salvar a criação divina de um mundo devastado pela violência entre os homens.
O filme é cercado de polêmicas, já que em alguns países a história apresentada pelo diretor Darren Aronofsky foi considerada muito diferente do que a que está na Bíblia, mesmo meses antes da estreia.
Em passagem pelo Brasil há algumas semanas durante as divulgações do novo filme, o ator e ganhador do Oscar Russel Crowe revelou o que todo ativista pelos Direitos Animais gostaria de ouvir a respeito do longa: “Eu entendo a decisão do diretor de não usar bichos de verdade. Ele é vegetariano e um ativista pela proteção dos animais.” – disse. Crowe é quem dá vida ao personagem central do enredo.
Sabendo que o diretor Darren Aronofsky se importa com a causa animal a ponto de proibir o uso de animais verdadeiros nas filmagens, fiquei muito ansioso pela estreia e fui conferir logo no primeiro dia. Utilizar animais para o entretenimento é uma prática condenada por ONGs do mundo todo há décadas e grandes produções do cinema têm mostrado que é perfeitamente possível fazer cinema sem explorar animais para isso.
Assistindo ao filme pude entender por que ele é tão polêmico. Em vários momentos da trama fiquei em dúvida se o que estava na tela era mesmo uma reprodução fiel de uma história épica ou se era uma versão moderna e metafórica, cheia de efeitos visuais. “Noé” é tudo isso e mais um pouco.
O diretor Darren Aronofsky mostra Noé como um homem justo e sábio, mas também falho e repleto de dúvidas sobre suas decisões. Há momentos em que pensei que o filme descambaria para um Noé completamente insano, mas tudo tinha um propósito e as conclusões do filme ficam mesmo para os últimos segundos.
Fica evidente que Noé e sua família não se alimentavam de nada que venha de animais e condenavam isso, comentando quão estranho é consumir corpos de animais, em uma das cenas. Noé tem uma postura ética em relação aos animais e assume a incumbência de zelar por eles. Ele aparece como um dedicado protetor de todas as espécies de animais, disposto a lutar até a morte contra os homens que querem comer a carne deles, se preciso.
Em um dos momentos mais envolventes - e polêmicos - da história, fica nas mãos e no coração de Noé a decisão de dar continuidade à vida humana na Terra ou deixar que apenas outros animais e plantas aqui permaneçam.
“Noé” é um longa grandioso, intenso, com bela fotografia e, sobretudo, poético e carregado de metáforas sobre a sociedade moderna. Não é um filme indicado apenas para religiosos e merece ser visto no cinema, em tela grande.

ONU proíbe Japão de caçar baleias na Antártida


A mais alta corte das Nações Unidas concluiu ontem que a caça de baleias praticada pelo Japão não tem finalidades científicas, como o país defende, e ordenou a suspensão imediata dessa atividade ao redor da Antártida - principal área de caça dos navios japoneses. Em uma votação por 12 a 4, o Tribunal Internacional de Justiça em Haia (Holanda) decidiu que as permissões de caça emitidas pelo Japão dentro do Santuário de Baleias do Oceano Austral (ou Antártico) violam regras internacionais de proteção a esses animais, em vigor desde 1986.
Segundo a corte, a caça japonesa tem finalidades comerciais e não científicas. A decisão é final e não cabe recurso. Em sua defesa, o governo japonês sempre argumentou que a caça às baleias tinha finalidades científicas - justamente, para definir cotas sustentáveis de exploração desses animais. Críticos, porém, sempre argumentaram que a prática era mesmo apenas para alimentar os desejos culinários dos japoneses. O consumo de carne de baleia é uma tradição no país.
A ação contra o Japão foi movida pela Austrália em 2010. A corte da ONU argumentou em sua decisão que o número de trabalhos publicados pelo país é incompatível (muito inferior) com o número de baleias mortas supostamente para este fim. Em sua leitura do julgamento, o juiz Peter Tomka disse que o "programa de pesquisa" japonês matou 3.600 baleias minke desde 2005, mas publicou apenas dois trabalhos científicos relacionados à atividade no mesmo período.
Um porta-voz japonês disse que o país lamentava a decisão, mas cumpriria a determinação do tribunal.
Já ambientalistas e países que se opõem à caça de baleias comemoraram a sentença - apesar de o risco de a proibição ser temporária e de não se estender à caça de baleias no Oceano Pacífico. O tribunal deixa aberta a possibilidade de o Japão continuar a matar baleias, desde que a atividade seja replanejada para atender, de fato, a critérios de finalidade científica. Outros dois países - Noruega e Islândia - também caçam baleias, em desacordo com a moratória internacional.

Brasil nega proposta para proibir testes em animais





União Europeia, Índia e Israel já baniram a realização de testes de cosméticos em animais e, recentemente, EUA, Austrália e Nova Zelândia criaram propostas legislativas para proibir a prática na indústria da beleza. Mas o Brasil parece estar indo na contramão desse movimento mundial

Em reunião em Brasília, na última quinta-feira (20), o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), que pertence ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT), negou proposta apresentada pela ONG Humane Society International (HSI) para acabar, de uma vez por todas, com os testes de cosméticos em animais.

De acordo com a organização, esse tipo de procedimento em bichos é antiético, uma vez que causa dor aos animais em nome do consumo de produtos dispensáveis, e pode ser substituído por outras técnicas, que já são adotadas por empresas da indústria da beleza que se desassociaram desse tipo de prática.

No entanto, apesar do parecer técnico que provava a viabilidade da proibição e de petição com dezenas de milhares de assinaturas, o Concea não aprovou a proposta, cuja votação havia sido prometida para outubro.

O Conselho preferiu propor novo regulamento geral que obriga os laboratórios a utilizar alternativas para testes em animais, cinco anos depois de serem validadas pelo governo. Segundo a HSI, a medida é um retrocesso, uma vez que essa regra já existe no Brasil desde 1998, com uma diferença: antes da nova decisão do Concea, ela deveria ser cumprida pelos laboratórios imediatamente após a validação do método alternativo, e não no prazo de cinco anos.

"Dois terços dos brasileiros apoiam a proibição dos testes e 170 membros do Congresso Federal também defendem a ideia. É uma vergonha que os reguladores brasileiros não consigam respeitar a opinião da população e de seus representantes, que manifestaram de forma consistente sua forte oposição aos testes em animais para a indústria da beleza", diz Helder Constantino, porta-voz brasileiro da campanha Liberte-se da Crueldade, da HSI. Agora, a organização pede apoio ao ministro da Ciência e Tecnologia, Clélio Campolina Diniz, para intervir na decisão do Concea.

Enquanto o governo não bane a prática, as atitudes dos consumidores têm grande peso. Assista, abaixo, à animação em português que a HSI fez para conscientizar as pessoas a respeito das crueldades que podem estar por trás dos produtos de beleza que são levados para casa. A organização ainda possui campanhas parecidas em outros países, como Austrália, China, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Rússia. 



https://www.youtube.com/watch?v=CKteahxI5W8

Planeta Sustentável

Festa de Adoção Show de Copa



O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ-SP) promoverá no dia 29/3, das 10h às 16h, a Festa de Adoção Show de Copa.

Em clima de Copa do Mundo, o evento tem o objetivo de estimular a adoção de cães e gatos que vivem ali.“Esta será uma ótima oportunidade para que os paulistanos conheçam o CCZ e encontrem animais que queiram fazer parte de sua vida. Precisamos romper paradigmas e buscar novas oportunidades para que esses cães e gatos sejam acolhidos por novas famílias com muita responsabilidade", comenta a gerente do CCZ-SP, Rosane Correa de Oliveira.

A Festa terá "desfile de craques", com os times formados por cães que estão à espera de um dono,
apresentação do "Rap do Dogão", que contará a história de alguns cães, além da interação entre os visitantes e os animais. 

Adote um animal no CCZ e marque um golaço!

No CCZ-SP há atualmente cerca de 500 animais (400 cães e 100 gatos) disponíveis para adoção.
São diversos animais Sem Raça Definida (SRD), de pelagem curta, longa, filhotes, adultos, idosos, de todas as cores e alguns com deficiência física, o que não os impede de interagir e dar muito amor às pessoas.
Todos são imunizados com vacina específica da espécie e antirrábica, castrados, microchipados, tratados contra pulga e carrapato e vermifugados.

Para adotar um animal é necessário ter mais de 18 anos, levar coleira e guia para os cães, caixa de transporte para gatos e documentos pessoais como CPF, RG e comprovante de residência. A taxa pública referente à adoção é de R$ 17,15 e o Registro Geral Animal (RGA) é emitido na hora.

  Os novos proprietários receberão também informações sobre guarda responsável e demais orientações que serão fornecidas pelos funcionários do CCZ.

O processo de adoção contribui para a redução do número de animais abandonados nas ruas, prevenindo agressões, acidentes de trânsito, maus tratos e crueldade.

“Os novos donos deverão exercer uma posse responsável, que não implique em um novo abandono.

Toda a adoção deve ser feita com muito critério e responsabilidade.
Ao adotar um animal, o adotante será responsável por ele durante todo o período de sua vida, alimentando-o, oferecendo abrigo compatível com o porte e temperamento, educando-o, dando assistência veterinária e carinho

O processo de adoção contribui para a redução do número de animais abandonados nas ruas, prevenindo agressões, acidentes de trânsito, maus tratos e crueldade. “Os novos donos deverão exercer uma posse responsável, que não implique em um novo abandono. Toda a adoção deve ser feita com muito critério e responsabilidade. Ao adotar um animal, o adotante será responsável por ele durante todo o período de sua vida, alimentando-o, oferecendo abrigo compatível com o porte e temperamento, educando-o, dando assistência veterinária e carinho”, lembra Rosane Correa.