DEPOIMENTOS SOBRE OS DEZ ANOS DE "A CARNE É FRACA"


A Carne É Fraca é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio-ambiente.

Depoimento de Washington Novaes, jornalista

 



Depoimento de Douglas R. Gionanini, CAMALEÃO





Depoimento de Cabeto Rocker, ativista e produtor cultural

 



Depoimento de Elias Felimon, empresário do ramo vegano

   




Depoimento de  Heliosa Conselvan, estudante





Depoimento de Michele Pereira Lamarque, ativista do ANCA





Depoimento de Dagomir Marquesi, escritor





Depoimento de Guilherme Carvalho, Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB)

 



Depoimento de Tanira Azevedo, ativista abolicionista





Depoimento de Rondineli "Goiano", ativista do VEDDAS






Depoimento de Shirley Cioruci, ativista do VEDDAS





Depoimento de Nina Rosa, presidente do Instituto Nina Rosa




Assista o documentário

Brasileiro é o primeiro a ganhar prêmio internacional de pesquisa contra o uso de animais em testes

O GAÚCHO RÓBER BACHINSKI: EM 2006, AOS 21 ANOS, ELE FUGIU DE LABORATÓRIO COM 14 RATOS QUE SERIAM USADOS EM EXPERIMENTO (FOTO: DIVULGAÇÃO / LUSH PRIZE)

Gaúcho Róber Bachinski foi o primeiro pesquisador do país a receber o Lush Prize, que premia organizações e cientistas que trabalham para a substituição de experimentos por métodos livres de crueldade com validação científica. Marie Claire acompanhou a cerimônia, em Londres

Filosofia de vida baseada nos direitos dos animais, o veganismo vem se convertendo nos últimos anos numa causa abrangente, capaz de conectar pessoas e articular movimentos no mundo todo, com impactos na indústria de alimentos, medicamentos, vestuário, cosmético e entretenimento.

Uma das bandeiras mais conhecidas, a luta contra os testes em animais para aprovação de produtos é mais lembrada no Brasil pela ação de um grupo de ativistas que, em 2013, invadiu o Instituto Royal, em São Roque (SP) e retirar 178 cães da raça beagle que eram usados em testes farmacêuticos e veterinários.


Bem antes da invasão, no entanto, brasileiros vêm articulando ações educativas contra o uso de animais como cobaias. Desde que soube que os testes faziam parte da grade curricular de diversos cursos, o gaúcho Róber Bachinski se tornou um dos primeiros estudantes brasileiros a promover a consciência contra os experimentos.

Em 2006, aos 21 anos, não hesitou em atravessar Porto Alegre de ônibus com 14 ratos de um laboratório da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) dentro de duas caixas de sapatos para salvá-los de serem mortos em experimentos científicos. O então estudante também abriu um processo contra a universidade, alegando ser inconstitucional ser obrigado a assistir às aulas que feriam seus princípios éticos, no primeiro caso do tipo no país.

Na última sexta, sua pesquisa com modelos de culturas de células em 3D e alternativas de usos para educação científica, que desenvolve no seu pós-doutorado na Universidade Federal Fluminense, lhe valeu o Lush Prize na categoria Jovem Pesquisador. Criado há três anos, o prêmio distribui bolsas que somam 250 mil libras (cerca de R$ 1 milhão) a organizações e cientistas que trabalham para a substituição dos testes em animais por métodos livres de crueldade com validação científica.


“Quero dedicar esse prêmio a todos os estudantes brasileiros que lutam contra os testes em animais no Brasil e na América Latina”, disse Bachinski, que se tornou o primeiro brasileiro a trazer o troféu ao país –um coelho de cerâmica criado pelo escultor Nichola Theakston. O pesquisador recebeu o troféu das mãos de outro brasileiro, o professor de biologia do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Alfenas (MG), Thales Tréz, primeiro a fazer parte do júri do prêmio.

Na apresentação, Tréz destacou o trabalho do jovem gaúcho como educador, outra atividade que o colocou na mira do prêmio. Além da pesquisa, ele participa do 1R Net (www.1rnet.org), plataforma que mapeia a utilização de animais no ensino superior, e promove consultorias sobre métodos alternativos a estudantes e professores no Brasil e América Latina. Foi incentivado por outros ganhadores de edições anteriores que Róber resolver se inscrever.


BACHINSKI COM O PROFESSOR THALES TRÉZ, PRIMEIRO BRASILEIRO 
A FAZER PARTE DO JÚRI DO LUSH PRIZE QUE ENTREGOU O TROFÉU 
FOTO: DIVULGAÇÃO / LUSH PRIZE)

EVOLUÇÃO BRASILEIRA
Para o diretor de mercados emergentes da Lush, Karl Bygrave, a participação dos brasileiros no prêmio –além de Róber e do professor Thales, o biólogo Sérgio Greif concorreu nas categorias lobby e consciência pública- é um reconhecimento à evolução do ativismo em defesa dos animais nos últimos dez anos no país.

“É um reconhecimento a essas pessoas que, como se sabe, fazem campanhas que nem sempre são conhecidas. Veja o caso dele, que foi o primeiro estudante a alegar objeção de consciência [termo jurídico que embasou a ação de Róber] para não aceitar experimentos com animais”, diz. “Espero que esse prêmio faça com que surjam outros jovens pesquisadores como ele.”

Diretora ética da marca de cosméticos, a ativista Hillary Jones destacou o papel do Brasil na América Latina em relação à proibição de testes em animais. Para ela, a “continuar neste caminho certo”, o país pode vir a ser um modelo na região sobre o assunto. Este ano, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que proíbe os testes para a produção de cosméticos, na proposta que havia sido apresentada logo após o episódio com os beagles. O texto ainda precisa ser aprovado pelo Senado.

No lado inverso, Hillary lamenta a ausência na terceira edição do prêmio de trabalhos da China, país que ainda figura entre os piores em desrespeito aos direitos dos animais. Doze ganhadores dividiram o prêmio este ano, de países como Nova Zelândia, Taiwan, Quênia e cinco países europeus –onde os experimentos já são proibidos por lei.


A DECORAÇÃO DA CERIMÔNIA: SUCOS E DRINQUES
SERVIDOS EM TUDOS DE ENSAIO POR GARÇONS
VESTIDOS COM JALECOS (FOTO: DIVULGAÇÃO / LUSH PRIZE)
CARDÁPIO VEGANO
Conhecida pela sua abordagem sustentável na venda de cosméticos –utilizando produtos frescos, quase sempre orgânicos e com pouca embalagem- a britânica Lush costuma ser exigente com as parcerias ao redor do mundo, que devem se comprometer com sua “declaração de missões”. Este ano, a empresa abriu em São Paulo seu primeiro spa da América Latina.


Durante a cerimônia, realizada no Instituto Real de Arquitetos Britânicos, em Londres, um cardápio totalmente vegano foi servido por uma equipe vestida com jalecos de cientistas, enquanto os convidados bebericavam sucos e drinques em tubos de ensaio.

“Quando criança, me lembro de ter visto num livro sobre medicina que se abriam animais sem anestesia e pensei: ‘Que coisa mais bárbara!’ Aqui hoje tenho certeza que teremos um futuro sem testes em animais”, discursou a ativista Carol Baker, uma das ganhadoras do troféu em 2013 que foi contratada pela empresa.



Marie Claire

LIVRO - Somos Todos Animais


Coletânea de artigos da ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais
Organização de Silvana Andrade e Ulisses Tavares
Editora Nova Alexandria
216 páginas
R$ 35,00

Eles não falam, não votam, não podem protestar para que a indiferença e a crueldade deixem de existir. Nós podemos escolher e decidir como o mundo pode ser ou será. Eles não, apenas aceitam e, indefesos, nascem, crescem e morrem de acordo com aquilo que a natureza determinou. Este não é apenas um livro. É uma proposta. O que está em jogo e perigo não é apenas a sobrevivência dos não humanos. É a nossa. Salvar os animais é salvar a nós mesmos.”
Ulisses Tavares, na apresentação do livro

Animais estão deixando de ser encarados como fontes de proteínas e diversão para serem reconhecidos como cidadãos com direitos. Em alguns países esse processo está mais adiantado, em outros permanece na estaca zero. Mas de qualquer maneira muita coisa mudou. Animais domésticos hoje fazem parte da família. Países criam legislações específicas para defender os direitos animais.
O livro Somos Todos Animais mostra um retrato dessa era de mudança. Seus capítulos foram escritos por autores ligados de uma maneira ou de outra à causa animal. Ele mostra o quanto esse tema está presente nos menores detalhes de nossas vidas.
Alguns artigos falam de alimentação, com destaque para o crescente movimento por uma cozinha sem crueldade e com cada vez menos carne nos pratos. Outros falam sobre entretenimento e cultura, mostrando a crueldade que envolve espetáculos como o circo e tradições perversas como a Farra do Boi.
Existem também ensaios sobre aspectos mais sutis e profundos. Como a espiritualidade e o complexo sentido de emoção dos animais, um assunto estudado há mais de um século, mas que só agora vem à tona. Ou a ligação entre maltrato de animais e psicopatia em humanos. Moda, turismo, mídia, economia são alguns dos temas revistos com o novo ponto de vista: o de humanos que descobriram que também são animais.

Com artigos de:


Aleluia Heringer Lisboa Teixeira – Professora, Mestre e Doutora em Educação pela UFMG.

Alex Avancini – Membro do grupo abolicionista Vegan Staff.

Andresa Jacobs – Bióloga e educadora da rede pública na área de Ciências e Biologia pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná.

Antoniana Ottoni
– Advogada com mestrado em Política e Gestão Ambiental pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília.

Antonio Pasolini – Jornalista, escritor e curador de cinema.

Bianca Dantas – Produtora de vídeo, diretora e pesquisadora de cinema animalista.

Bianca Turano – Advogada com pós-graduação em Direito Ambiental pelo ISMP.

Bruno Frederico Muller – Historiador, doutorando em História das Relações Internacionais pela UERJ.

Cynthia Schneider – Jornalista, publicitária, mestre em comunicação, MBA pela Esade (Barcelona) e professora universitária.

Dagomir Marquezi – Escritor e jornalista, autor do livro O Último Arpão.

Daniel Braga Lourenço – Professor da Faculdade de Direito da UFRRJ.

Daniele de Miranda – Coordenadora da União Libertária Animal (ULA).

Dennis Zagha Bluwol – Mestre em Geografia, professor da rede municipal de São Paulo e escritor.

Eduardo Corassa – Palestrante e consultor especializado em Higiene Natural pela University of Natural Health.

Ellen Augusta Valer de Freitas – Fundadora da Vanguarda Abolicionista, escritora e licenciada em Biologia.

Fátima Chuecco – Jornalista ambientalista, autora do Mi-Au Book e Mi-Au Book & Cia.

Gabriel Bitencourt – Professor com pós-graduação em Educação Ambiental. Coordenou o Movimento em Defesa dos Animais (MDDA), com atuação em Sorocaba e região.

George Guimarães – Dirige a NUTRIVEG Nutrição Vegetariana orientando pacientes vegetarianos e colabora no ensino e pesquisa.

Irmão Gilberto – Teólogo e Teósofo, presidente e Dirigente Espiritual do Grupo Fraternal Francisco de Assis (GFFA).

Henri Kobata – Jornalista e especialista em Gestão de Pessoas.

Juliano Zabka – Graduado em Comunicação Social, integrante do Projeto Pro-Animal de São Leopoldo.

Laerte Levai - Promotor de justiça no Estado de São Paulo. 

Leon Denis - Professor de Filosofia, membro fundador da Sociedade Vegana Brasileira e da Associação de Educadores Brasileiros Abolicionistas Veganos (EBRAV).

Lili Goes – É esteticista, ativista pelos direitos. Mantém dois blogs sobre alternativas naturais para cuidar da aparência de forma simples e sem crueldade.

Lílian Regato Garrafa – Vegana, abolicionista e ativista pelos direitos animais. Voluntária na ANDA como repórter e editora de notícias.

Luciano Carlos Cunha – Doutorando em Ética e Filosofia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina.

Luciene Cardoso – Bacharel em comunicação com especialização em design gráfico. Idealizadora e coordenadora do jornal Salva-Vidas.

Marcela Teixeira Godoy – Licenciada em Ciências Biológicas e Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática na Universidade Estadual de Londrina.

Marcio de Almeida Bueno – Jornalista multifuncional. Fundador e diretor-geral da Vanguarda Abolicionista.

Marcio Linck – Historiador, participa da UPAN (União Protetora do Ambiente Natural) de São Leopoldo desde 1986.

Melissa Martin – Cofundadora e diretora do Vegetarian Solutions (vegetariansolutions.org), uma ONG sediada em Atlanta, Geórgia (EUA).

Mone Martins Seixas – É médica veterinária e mestre em Ciência Animal nos Trópicos.

Neide Nohler Schulte – Doutora em Design (PUC-Rio), professora de desenho de moda e têxtil no curso de Bacharelado em Moda (UDESC).

Nina Rosa Jacob – Presidente do Instituto Nina Rosa.

Paula Brugger – Doutora em Ciências Humana – Sociedade e Meio Ambiente.

Paula Schuwenck – Redatora publicitária e vegana.

Pedro A. Ynterian – Microbiologista filiado ao movimento GAP (Great Ape Protection), o cubano naturalizado brasileiro.

Robson Fernando de Souza – Escritor, autor de blogs sobre Direitos Animais e veganismo.

Rogério Rothje – Redator publicitário.

Rosana Vicente GnipperPsicóloga, vegetariana, ativista pelos Direitos Animais. Membro fundadora do Movimento SOS Bicho de Proteção Animal, em Curitiba, em 2002. Membro da Associação Ambientalista Ecoforça. Coordenadora da Agenda 21 e da REDA - Rede Estadual de Direitos Animais, na Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná.

Sônia T. Felipe – Doutora em Filosofia Moral e em Teoria Política, pós-doutorado em Bioética – Ética Animal.

Tânia Regina Vizarchri – Professora de Sociologia no Ensino Médio do município de São Caetano do Sul.

Tiago Amorim – Consultor de gestão formado na UFRural/RJ.

Ulisses Tavares – Escritor, veterano na luta pela poesia e defesa dos animais.

Vânia Maria Tuglio – Promotora de Justiça e diretora de Articulação do Instituto Abolicionista pelos Animais (IAA).


Informações para a imprensa:
Silvana Andrade
Tel.: (11) 3141-9434 / 98101-1916

Para adquirir o livro contate: Lilian Garrafa liliangarrafa@gmail.com / (11) 3876-7931 / 97191-8404

Touro 'gay' escapa do abate após ser comprado por vegetariano

Benjy pastando - Foto: Divulgação/Peta


Um touro que seria enviado para o matadouro por ser "gay" foi salvo por Sam Simon, um dos criadores do desenho animado "Os Simpsons".

Benjy, um touro irlandês "reprodutor" que vive em fazenda no condado de Mayo(Irlanda) iria para o abate após ser tachado de "gay" por um veterinário. A"orientação sexual" do animal foi determinada após ele não conseguir procriar.

Quando parecia não haver mais esperança para Benjy, o vegetariano Simon o comprou por cerca de R$ 20 mil.

O empresário, que sofre de câncer terminal, continua gastando boa parte da sua fortuna de R$ 400 milhões na luta pelo direito dos animais, de acordo com o "Daily Mail".

O touro viverá em um santuário até os seus últimos dias.

Sam Simon - Foto: Reprodução/Twitter

França altera status de animais para “seres sensíveis” em código civil



A Assembleia Nacional da França deu um enorme passo em direção ao respeito dos direitos animais no final do mês passado, quando adotou uma medida que já havia sido aprovada pelo Parlamento em abril, segundo a qual animais não-humanos passarão a ser considerados “seres vivos sensíveis”.

Ativistas de direitos animais afirmam que a nova medida tornará mais fácil aos juízes a aplicação de punições a quem cometer crueldade contra os animais. Atualmente, a pessoa que for pega em flagrante abusando de animais na França enfrenta prisão de até dois anos e deve pagar uma multa de 30.000 euros – mas estas sanções quase sempre não são aplicadas. Agora, os juízes serão capazes de considerar o valor dos animais além do conceito de “propriedade”, que é a forma de tratamento em vigor até então. As informações são do The Dodo.

A resolução é uma demanda muito justa para o país regido por um código civil napoleônico de 200 anos atrás, que previamente concedeu aos animais o mesmo nível de direitos de itens de “mobília doméstica”.

Defensores de animais da França estão comemorando. Reha Hutin, da ONG 30 Million d’Amis, disse ao The Telegraph:

“Quando foi elaborado em 1804, o código civil refletia uma sociedade na qual os animais não se beneficiavam da mesma atenção que lhes dedicamos hoje. Na época, em uma França essencialmente rural, os animais eram considerados sob uma perspectiva utilitária, como força agrícola”.

No entanto, a luta dos ativistas ainda não acabou – a nova medida não reconhece se o gado sofre em fazendas industriais, uma disposição que havia sido empurrada pelos parlamentares do Green. Além disso, a categoria somente se estende a animais domésticos, não a animais selvagens.

A sentença é reminiscente de outros movimentos recentes que buscam proporcionar aos animais mais direitos legais. Uma medida notável foi aprovada em San Francisco no mês passado garantindo a golfinhos e baleias o direito “de estarem livres do cativeiro, e de permanecerem livres em seu ambiente natural”. Em agosto, a Suprema Corte do Oregon determinou que animais podem ser tratados como “vítimas” legais em um processo, o que lhes proporciona alguns direitos básicos de proteção contra abusos. E talvez o exemplo mais conhecido seja o atual movimento que busca o reconhecimento de personalidade jurídica a chimpanzés cativos em Nova York, conforme publicado recentemente pela ANDA.

ANDA

Saiba mais sobre o Projeto GAP, que luta pela preservação da vida de chimpanzés, gorilas e orangotangos

Atualmente, a exploração comercial dos grandes primatas em laboratórios, circos, espetáculos e zoológicos pode ser considerada como uma forma de escravidão animal. Contra este cenário de exploração surge o esforço do projeto GAP Brasil, movimento que defende o direito de gorilas, chimpanzés, bonobos e orangotangos de viverem em liberdade em seus habitats.
Privados desta condição, sem possibilidade de serem devolvidos ao seu meio de sobrevivência natural, o projeto tem como objetivo oferecer a melhor qualidade de vida e bem-estar possível aos animais no regime de cativeiro.
Nos santuários, espaços voltados à criação e tratamento dos animais, os chimpanzés são tratados de traumas físicos(extração de dentes e mutilações – e psicológicos), dando uma nova chance de vida aos primatas, formando grupos sociais e até reproduzir, como na natureza. Para saber mais sobre a atuação do grupo, confira o site oficial.
Fonte: Catraca Livre

CONSIDERADOS IMPUROS - Lei no Irã vai punir tutores de animais com chibatadas



Uma nova lei no Irã vai punir os cidadãos que tiverem animais em casa e levá-los para passear em público. A pena é de 74 chibatadas ou multa que pode variar entre R$800 e R$8 mil. Ainda em forma de projeto, a lei foi apresentada nesta quinta-feira (6) por 32 legisladores conversadores e será votada pelo órgão legislativo.
“Levar animais como cachorros e macacos para passear, e brincar com eles em lugares públicos, é prejudicial à saúde e paz de outras pessoas, especialmente crianças e mulheres, e é contra nossa cultura islâmica”, diz o documento.
Na cultura islâmica, os cachorros são considerados impuros e a maioria dos iranianos não possui os animais em casa, enquanto que os tutores têm sido reprimidos ou confiscados pela polícia moral do país.