Empresas veganas podem ser multadas por usar rótulos de alimentos que ‘lembrem carne’


Termos como ‘salsicha vegana’ 'leite de soja' ou ‘hambúrguer vegetariano' são proibidos na rotulagem de alimentos à base de plantas, na França 

Rotulagem de alimentos veganos com termos que lembrem os da indústria de carne pode resultar em multas de até 370 mil euros para varejistas franceses, que serão obrigados a abandonar termos que lembrem carne na rotulagem de alimentos baseados em plantas, incluindo os termos ‘hambúrguer’ e ‘linguiça’.

Políticos locais declararam que a proibição está acontecendo porque os rótulos “enganam” os compradores. Parlamentares franceses votaram, então, na proibição de termos como ‘salsichas vegetarianas’ no início desta semana, sugerindo que é proibida a relação de termos de alimentos de carne com alimentos vegetarianos ou veganos.

Sendo assim, as empresas não podem mais utilizar usar ‘hambúrguer’, ‘bife’ e outras palavras para comida vegetariana, como ‘hambúrguer vegetariano’ ou ‘linguiça vegana’, e terão que apresentar novas maneiras de descrever os alimentos de quem não come derivados de carne ou de animais.

A proposta foi apresentada pelo deputado Jean-Baptiste Moreau, alegando que a rotulagem é enganosa para os consumidores. A proibição foi aprovada, e simboliza o resultado da ameaça representada pela indústria vegana a indústrias de carne e produtos lácteos, já que a popularidade das alternativas à base de plantas tem crescido entre os consumidores, conforme dito pelo Plant Based News.

endy Higgins, da Humane Society International (Sociedade Humanizada Internacional), disse ao DailyMail: “É uma pena que, em vez de abraçar comida vegana e vegetariana, a França tenha adotado uma posição de paranoia defensiva. Mas isso não impedirá o aumento da alimentação compassiva, porque os benefícios deliciosos, nutritivos e ecologicamente corretos da Terra prevalecerão, independentemente do que você chamar de ‘produtos’”.

As proibições de tal rotulagem ainda não estão em vigor na América do Norte, mesmo os Estados Unidos já tendo pressionado a Administração de Alimentos e Medicamentos a proibir o uso do termo ‘leite’ em alternativas à base de plantas.

MESA REDONDA VAI DISCUTIR A LIBERAÇÃO DA CAÇA NO BRASIL


Está em tramitação na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 6268/16, que pretende liberar a Caça de Animais Silvestres no Brasil.

Proibida por 53 anos no Brasil, a caça esportiva, profissional e comercial de animais silvestres poderá voltar a ser legalizada em nosso país graças ao Projeto de Lei (PL) 6.268/2016 do deputado VALDIR COLATTO (MDB/SC).

Dia 12/04, às 18h30m, a Câmara dos Deputados vai promover uma consulta publica, em São Paulo-SP, para apresentar e discutir o PL. Um evento da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, denominado, oficialmente, de Mesa Redonda. Todos os resultados desse dia serão diretamente levados aos Deputados que estão discutindo o projeto de lei.

EXPOSITORES: 

i) ROBERTO CABRAL BORGES, Coordenador de Operações de Fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama

ii) ANGELA MARIA BRANCO, Coordenadora do Núcleo Técnico de Gestão Ambiental da Prefeitura de São Paulo

iii) VANIA TUGLIO, Promotora de Justiça GECAP/MPSP

iv) ROGÉRIO CUNHA DE PAULA, Coordenador Substituto do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio

Serviço
DEBATE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA CAÇA NO BRASIL (PL 6268/16)
Data: 12 de Abril
Horário: 18H30
Local:
São Paulo – Sala dos Estudantes de Direito da USP
Largo São Francisco, 95 - Centro

Proposta de concessão ameaça aprisionar aves no Parque Ibirapuera, em SP

Sabiá laranjeira (turdus rufiventris), Parque Ibirapuera. Foto: Pedro Cristales EL.



O edital prevê a criação de um cativeiro de aves e a demolição do Viveiro Manequinho Lopes.


Um edital de concessão para prestação de serviços de gestão, operação e manutenção do Parque Ibirapuera, em São Paulo, está sob consulta pública no portal da Prefeitura do município.

A proposta desvaloriza e desvirtua o valor ambiental e histórico do parque e afeta também o Viveiro Manequinho Lopes, que tem demolição proposta pelo Plano de Ocupação Referencial do edital. Tanto o Ibirapuera quanto o viveiro, responsável por pesquisas e pela produção de mudas de plantas destinadas aos plantios das áreas públicas da cidade, são tombados pelo Condephaat segundo a Resolução da Secretaria de Cultura 01/92, de 18/12/1992.
Driblando a resolução do tombamento, a demolição visa possibilitar que seja construído um restaurante de 400 m² no local onde atualmente está situado o viveiro.
O edital prevê ainda o cruel aprisionamento de aves em cativeiro. A área, que hoje é refúgio de aves silvestres que desfrutam de plena liberdade, daria lugar ao chamado “parque de aves”, que as manteria presas.

Viveiro Manequinho Lopes (Foto: Reprodução / Site do Parque Ibirapuera)
Um abaixo-assinado online, contrário à proposta, está recolhendo assinaturas pela proteção do parque e do viveiro. “O alto número de estabelecimentos comerciais reflete a intenção de originar fontes de lucro para as concessionárias que arrematarem o Parque Ibirapuera e o Viveiro Manequinho Lopes, desvirtuando a vocação ambiental e de lazer contemplativo da natureza proporcionados para toda a população da Cidade de São Paulo”, diz a petição.
Uma audiência pública irá discutir o assunto no dia 14 de março, às 10h, no Auditória da UMAPAZ, no Parque Ibirapuera, localizado na Av. Quarto Centenário, 1268, Jardim Luzitânia.
“Sim à conservação dos prédios e serviços públicos e espaços naturais do Viveiro Manequinho Lopes e do Parque Ibirapuera. Não à mercantilização dos parques públicos da cidade de São Paulo!”, conclui o abaixo-assinado.
Nota da Redaçãoa ANDA repudia a proposta que prevê a destruição de um viveiro de produção de mudas de plantas e a implantação de um cativeiro de aves no Parque Ibirapuera por entender que é de suma importância a defesa da flora para preservação do meio ambiente e que aprisionar aves é uma prática extremamente cruel, que fere o direito à liberdade desses animais.  

Veganismo não é religião



Por Márcio Linck

É muito evidente que nos dias atuais o veganismo tem servido para aglutinar denuncias legítimas em relação à teia de crueldade e exploração dos animais e as devidas reivindicações justas em defesa dos seus direitos. Mas, mais que um veículo, não único obviamente, para a conquista desses direitos, é em si um conceito que idealiza uma condição e modo de vida de estar vegano e com isso evitar hábitos e práticas que impliquem o sofrimento e a dor alheia a seres indefesos e sencientes. Para uns, movimento ativista que tenta romper paradigmas culturais moldados no antropocentrismo e especismo “civilizatório” e para outros o cotidiano traduzido numa ética prática de se fazer o dever de casa. É claro que ambas situações/condições se mesclam e se fundem na vida de muitos que assim assumem esse modo de vida vegano.

Como conceito que abrange essas inúmeras possibilidades pertinentes a uma decisão individual por escolhas de consumo que não impliquem exploração/utilização de animais é possível substituir o termo “vegano” por libertador ou abolicionista, pois na prática é esse o resultado mais imediato que se deseja, o de interromper esse sistema de escravização dos animais. É preciso ter em mente que cada indivíduo decreta a sua “Lei Áurea” aqui e agora, e a soma desses decretos individuais é que transformarão a grande estrutura desse sistema perverso.

O grande perigo de todo e qualquer idealismo é o apego aos rótulos que o identificam e com o veganismo não está sendo diferente. Assim como o “hábito não faz o monge”, apenas o rótulo “vegano(a)” não torna necessariamente alguém “superior” ou melhor que os outros. Se o espelho estiver embaçado e não for possível um olhar para si, basta a convivência real ou virtual com nossos pares de causa. Nesse sentido o veganismo acaba tendo semelhança com uma espécie de seita ou religião, onde o recém “convertido” tenta impor na marra sua crença ou mensagem de salvação, esquecendo sua condição “pecadora” pré-vegana! E muitas vezes a pregação pode mais afastar do que trazer “fiéis” para a causa e o fanatismo acaba sendo pior apenas para os animais. Nesse sentido basta reparar o que acontece nas redes sociais ou grupos de discussão. Se quiseres afastar um simpatizante ou futuro vegano para a causa basta colocá-lo num desses grupos.

O veganismo não é religião. E se assim for encarado, daí sim terá mais desafios e problemas para além daqueles intrínsecos ao mesmo. E a cartilha com mandamentos e deveres a serem cumpridos serão cobradas e patrulhadas, principalmente por colegas de dentro da “Igreja”. E ai daquele irmão que pecar e ainda tiver um resquício pregresso de conduta não vegana, seja por um detalhe em algum calçado ou vestimenta, seja pelo consumo desinformado de um produto (ainda que isentos de origem animal), porém de uma marca não vegana, seja por ocasião de uma confraternização entre familiares ou amigos e for visto entrando num restaurante do “mal”, seja por beber desinformadamente uma marca de bebida que patrocina eventos de exploração animal.

Enfim, há muitos exemplos desses “pecados” alvo de patrulhamento e condenação, que conforme o contexto, tornam-se piores que os ataques oriundos dos “infiéis não convertidos”. Até parece que os “puros” não frequentam mercados ou estabelecimentos que ofereçam produtos com ou sem exploração animal; que se utilizam de ferramentas da internet como as redes sociais que abrem espaço ou patrocínio também para a indústria da exploração! Interessante é que muitos veganos tem gasto mais energia entre si do que com aqueles que exploram e se beneficiam da vida animal.

É de suma importância que nessa caminhada alguém possa auxiliar o simpatizante, o protovegetariano e o vegano com alguma informação e esclarecimento (que implique ou não dar um passo adiante) a respeito de alguns produtos, marcas ou instituições que explorem ou não os animais, mas com uma didática respeitosa que não aponte o dedo arrogante de um “pastor” ou juiz da vida alheia. Impor modelo único de conduta e comportamento é coisa de religião. O contexto psicológico, familiar, social e local é extremamente diverso e complexo para ser encaixado ou engessado num único modelo a considerar-se “válido”. A vida de um vegano numa pequena cidade do interior, por exemplo, terá um modelo diferente comparado com a de um vegano de uma cidade grande ou de uma metrópole, onde este conta com inúmeras alternativas de produtos e comércio apropriado à disposição. Outra questão que não implica estar “certo” ou o “errado”, mas sim ter posturas distintas frente a uma mesma situação é daquele vegetariano ou vegano que é convidado a ir num almoço ou janta que terá animais ou derivados destes na refeição: Um prefere não frequentar esse ambiente e o outro decide levar um generoso prato vegano e mostrar que se pode comer saborosamente bem sem crueldade animal. Bem, ambas posturas devem ser respeitadas e nenhuma está sendo mais ou menos vegana. Porém, não faltará algum “guru” para julgar que um vegano “autêntico” não deva frequentar lugares profanos com rituais “pecaminosos”. Pois é, coisa de seita. E no fundo nem preciso dizer qual dos dois casos trará mais simpatia e possibilidades de adesão para a causa animal! Mas, ambos deverão ser respeitados em suas condutas.

Estar vegano ou ter propósitos veganos, ou ainda propósitos abolicionistas e libertários em prol dos animais? O que é mais razoável levando em conta que apenas as escolhas individuais não resolvem em sua totalidade os mecanismos de exploração animal e que devemos também atuar de modo coletivo a fim de um dia atingir um ideal 100% “vegano”? E nesse momento estou me referindo apenas ao ideal vegano sem entrar no ecoveganismo, que não só amplia como aprofunda a questão! Daí sim, parafraseando um ensinamento religioso, não sobraria um para atirar a primeira pedra.

FIM DA VIVISSECÇÃO PARA ENSINO NO BRASIL

DECISÃO DO CONCEA NA PRÓXIMA SEMANA AO PEDIDO DA REDE DE EDUCAÇÃO HUMANITÁRIA, COM APOIO DO CFMV, INTERNICHE, E MUITO MAIS. COMPARTILHE. ACESSE OS MATERIAIS EM WWW.FACEBOOK.COM/INSTITUTO1R.  SAIBA MAIS:
Na próxima semana, na 39ª Reunião do CONCEA, o Brasil decidirá pelo fim do uso prejudicial de animais no ensino. Esse pedido foi realizado em Outubro de 2016 pelos membros da RedEH, baseado no histórico e nos sucessos de substituição do uso de animais no ensino no Brasil. O CONCEA emitirá a sua posição e, como conselho normativo, poderá banir o uso prejudicial de animais no ensino técnico e superior em todo território nacional. Com todos os apoios internacionais de renomados pesquisadores em cognição, veterinária e zoologia, e com o apoio do CFMV.

SAIBA MAIS SOBRE ESSA AÇÃO E DIVULGUE. UM GRANDE AVANÇO PARA A EDUCAÇÃO HUMANITÁRIA NO BRASIL.
Durante o Simpósio de Métodos Alternativos ao Uso de Animais no Ensino, realizado pelo CONCEA nos dias 5 e 6 de Outubro de 2016, a Redeh solicitou formalmente ao CONCEA o fim do uso prejudicial de animais no ensino nível superior e nível médio/técnico no Brasil. Esse documento traz o histórico da educação humanitária no país e também diversos exemplos onde o uso prejudicial de animais para o ensino já foi banido. Junto à solicitação inicial, foi anexada uma carta de apoio da International Network for Humane Education (InterNICHE), também declarando a importância da educação humanitária para o progresso científico, com novos métodos de ensino disponíveis. A esse apoio, seguiram-se nos meses seguintes mais dezoito cartas de apoio internacional, como um grande acervo de informações e oportunidades.
Suporte de organizações internacionais
- European Society for Alternatives to Animal Testing (EUSAAT)
http://www.eusaat-congress.eu/
- Alternatives Research & Development Foundation (ARDF)
http://www.ardf-online.org/
- Alternatives to Animal Experimentation (ALTEX) – Periódico científico
http://www.altex.ch/
- Company Kirkstall Ltd – especializada em modelos microfisiológicos
http://www.kirkstall.com/
- Humane Society International (HSI)
http://www.hsi.org/portuguese/mundo/brasil/
- Organisation for the Respect and Care of Animals from Serbia (ORCA)
https://en.wikipedia.org/…/Organization_for_Respect_and_Car…
- Portuguese Society for Humane Education (SPEdH)
http://infospedh.wixsite.com/spedh/homeeng
- People for the Ethical Treatment of Animals (PETA)
https://www.peta.org/

Suporte pessoal internacional
- Sra. Maneka Sanjay Gandhi, ministra do Ministério de Desenvolvimento Infantil e de Mulheres da Índia;
https://en.wikipedia.org/wiki/Maneka_Gandhi
- Dr. B. K. Sharma, Professor associado e chefe do departamento de zoologia da Universidade de Rajasthan, India;
https://www.linkedin.com/in/dr-bk-sharma-09b21323/
- Professor Daniel Smeak, chefe de Cirurgia e Odontologia do Colégio de Medicina Veterinária e Ciências Biomédicas da Universidade Estadual do Colorado, EUA.
https://www.linkedin.com/in/daniel-smeak-6a648830/
- Professor Dr. Marc Bekoff, Prof. de Ecologia e Biologia evolutiva da Universidade de Colorado, EUA. Co-fundador, juntamente com Jane Goodall, da Ethologists for the Ethical Treatment of Animals.
https://en.wikipedia.org/wiki/Marc_Bekoff
- Dr Gill Langley, pesquisadora e consultora em Ciência humanitária, Inglaterra.
https://en.wikipedia.org/wiki/Gill_Langley
- Dr. Kumar, Professor de Anatomia da Cummings School of Veterinary Medicine, Tufts University, EUA.
http://vetprofiles.tufts.edu/faculty/ms-amarendhra-kumar
- Professor Dr. Fawzy Elnady, Diretor do Departamento de Anatomia e Embriologia, Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade do Cairo, Egito.
http://scholar.cu.edu.eg/…
- Dr. Hans A. Braun, Professor de fisiologia, Instituto de Fisiologia e Patofisiologia, Universidade de Marburg, Alemanha.
https://www.researchgate.net/profile/Hans_Braun
- Dr. Emad Aboud, Arkansas Neuroscience Institute, EUA;
https://www.linkedin.com/in/emad-aboud-01325a50/
- Dra. Miluska Navarrete Zamora, Professora de Anatomia Animal, Universidade Nacional de São Marcos, Peru.
http://dina.concytec.gob.pe/…/VerDatosInvestigador.do;jsess…

No dia 17 de Abril de 2017 recebemos uma nota de esclarecimento, ofício nº 23/2017/CONCEA, demonstrando interesse na solicitação porém sem descrições de ações efetivas como solicitado. No mesmo dia, recebemos do CFMV o Ofício 00345/2017/CFMV-PR, com apoio a solicitação para banimento do uso prejudicial de animais no ensino. O apoio do conselho foi também encaminhado ao CONCEA. Todas as cartas de apoio e solicitações estão disponíveis na pasta compartilhada do dropbox: https://goo.gl/A65VEY

A ação foi apresentada no 10º Congresso Mundial de Alternativas e Usos de Animais nas Ciências da Vida, em Seattle, Estados Unidos da América, no dia 24 de Agosto de 2017, pelo diretor da InterNICHE, sr. Nick Jukes, em representação dos membros da RedEH. O vídeo pode ser acessado em: https://goo.gl/4uF8Eb
O resumo da apresentação pode ser acessado nos Anais do 10º Congresso Mundial de Alternativas, página 161, no link: http://www.altex.ch/resources/160173_WC10_Theme_6_Orals3.pdf

A solicitação inicial da RedEH foi publicada na íntegra, citando também as cartas de apoio em agradecimento, na edição 45 do periódico científico ATLA (Alternatives to Laboratory Animal), no mês de Novembro de 2017, páginas 287 a 293. O artigo está disponível na pasta compartilhada com os materiais da ação e também no portal do periódico mediante registro gratuito: http://www.atla.org.uk/on-the-journey-toward-humane-educat…/

CALENDÁRIO VEG - Compre e ajude as instituições beneficiadas

Março de 2018 terá a belíssima e inspiradora Nina Rosa


Presente melhor não há - o calendário é lindíssimo e 100% do lucro das vendas será doado a instituições que resgatam e abrigam animais vítimas de abandono e maus-tratos.

Além do vegetarianismo, a ideia é promover a adoção de animais e não a compra. As duas ONGs, que recebem todo o lucro da venda dos calendários, trabalham no resgate e dão abrigo aos bichos vítimas de abandono e maus-tratos e são o Santuário das Fadas e Núcleo Crer-Sendo

Março de 2018 terá a belíssima e inspiradora Nina Rosa, com dois de seus filhinhos adotivos, o Mujica e a Shirley .

Nina é fundadora do Instituto Nina Rosa - projetos por amor à vida que vem focando na expansão de uma Educação Humanitária para todo o Brasil.

O trabalho dessas instituições que serão ajudadas é digno de todo aplauso e apoio. Por favor, ajude!

Para adquirir a nova edição e ajudar, acesse aqui.

Eduardo Jorge e Cacau irão abrilhantar Outubro de 2018

POR QUE NÃO TER PERÚ NO NATAL



O canal Garotas Alfarroba (conheça aqui) publicou um vídeo bem produzido e bastante interessante.

O vídeo é uma crítica ao comercial do Chester da Perdigão (de onde vem o Chester?), que mostra atores dizendo por que eles terão o Chester na mesa na ceia de Natal (veja aqui o original).

Este vídeo foi criado para demonstrar o amor que temos por todos os seres. Sem distinção. Neste Natal, pense sobre como a carne dos animais vão parar na sua mesa. Considere o veganismo.

Agradecimentos: Raphael Kempt, Emilio Rau, Phill Bitencourt, Jane Raquel Vechi, Giovana Vechi, Cleopatra Carrere, Rafael Queiroz, Renata Appel, Analu Silveira, Vinicius Nisi, Morgana. 

Trilha: Vinícius Nisi Produção e Roteiro: Rafaela Melara 

A Ceia de Natal deste vídeo é TODA VEGANA: 
- Salada de folhas verdes com nozes, castanha e molho de abacate 
- Arroz à grega 
- Vegetais e Legumes na Moranga 
- Polenta com molho de Cogumelos 
- Farofa Funcional com castanhas 

E as sobremesas? 
- Mousse de chocolate vegano - Panetone Vegano 
- Banoffe Vegana 

Se você simpatiza com o vegetarianismo ou veganismo, ajude a compartilhar este vídeo! #juntossomosmaisfortes



Com informações: Vista-se
Garotas Alfarroba