Crianças são criadas sem produtos de origem animal

(Foto: Henriques da Cunha/Global Imagens)

Não raras vezes, Ana Castro, 36 anos, é questionada a respeito das suas escolhas. Vegetariana há quase 12 anos, tornou-se vegan há dois, ou seja, começou a rejeitar tudo o que está ligado à exploração animal, seja comida, roupa ou cosméticos. Tem quatro filhos – Maria, José, Júlia e Amélia -, com idades entre os 5 anos e os 6 meses, que seguem o mesmo modo de vida. À exceção da mais velha, não conhecem o sabor da carne, do peixe ou do leite de vaca. Mas não estão proibidos de provar. Também nunca foram a circos ou a jardins zoológicos. “É um caminho que fazemos sozinhos, que vai contra tudo o que nos foi transmitido em crianças. Por vezes questionamos se estamos a fazer o melhor, mas hoje tenho confiança, até porque nunca ficaram doentes.”

Ana confessa estar bastante curiosa para ver o filme que se estreia hoje nas salas de cinema portuguesas. Em Corações Inquietos, em que o veganismo surge como um estilo de vida, o amor mais potente é sempre o da mãe. De tal modo que, quando engravida e uma vidente lhe professa a chegada de uma criança índigo, Mina tenta proteger e controlar em absoluto o bebé – à procura de uma pureza que contrarie o barulho, a sujidade e o mal que encontra em Nova Iorque.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: DN Portugal

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